
„Natürliche“ Unterstützung? Cotrim sagt, er sei der Kandidat, „der dem, was Passos Coelho in Portugal tun möchte, am nächsten kommt“
https://expresso.pt/politica/eleicoes/presidenciais/2025-10-16-apoio-natural–cotrim-diz-que-e-o-candidato-mais-proximo-do-que-passos-coelho-pode-desejar-fazer-em-portugal-db2c4b95
Von user4567822
13 Kommentare
Esta disputa patética de ver quem é o mais amigo do Passos é profundamente infantil. Cada um a ver se é o mais merecedor da atenção do papá
que orgulho loool
E o que é que ele vai fazer como presidente da República para puxar as ideias liberais?
Não sei isso é um bom sinal.
Porque não são frontais e dizem exactamente o que desejam fazer em Portugal 🇵🇹 ?
Ser o escolhido por um gajo incompetente e ruim, meritocracia ™️ do IL sempre em altas!
Que triste ver o quanto a IL caiu…. e digo isto sendo defensor do governo do Passos
Mais uma viúva do Passos.
[este gajo ](https://www.turismodeportugal.pt/SiteCollectionDocuments/Media/notas-de-imprensa-2014/28-02-2014-turismo-de-portugal-aposta-no-mercado-russo.pdf)e [este gajo](https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/as_varias_declaracoes_de_apelo_a_emigracao) querem ajudar o tugao
De onde vem todo este recente fascínio com o Passos Coelho? Estou a achar curioso, é porque depois do caso Spinumviva dentro do PSD se começou a procurar um exemplo de um político mais isento a nível de corrupção?
Eu já não ia votar em ti, é desnecessário estares-me a reconfirmar o sentido de voto, Cotrim.
Olhes para os comentários e percebi logo que era o sub de portugal.
Talvez tenha razão. É por isso o mesmo que o quero a léguas
As narrativas mitológicas que se criam à volta das pessoas têm um poder incrível. O Passos Coelho nunca trabalhou até aos 39 anos. Nicles, zero. Meteu-se no PSD aos 14, e lá conseguiu ser deputado aos 27. Acabou com 39 anos um curso numa privada, com uma nota de 15, e arranjaram-lhe logo uns tachos em empresas de barões do PSD. Depois deram-lhe o país para as mãos, onde ele uma vez numa feira disse a uma senhora que o que ela precisava era de ir trabalhar, de pegar numa enxada ( o menino que nunca trabalhou) ou disse à malta para emigrar (o menino que nunca trabalhou nem aqui nem em lado nenhum). Desapareceu nos últimos anos e agora regressa, com uma linguagem básica, sem pensamento político digno, expoente máximo da mediocridade.
E no entanto, a direita da „meritocracia“, anti jobs for the boys, faz do gajo bandeira, de pessoa séria, qual Dom Sebastião (já se sabia que a IL era a ala que abandonou o PSD com o Passos, o Rui Rio brincou com isso numa entrevista).
Este país é um pagode, não se leva a sério. Há dias que é mesmo complicado perceber o delírio colectivo que se vive por cá.