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    20 Kommentare

    1. Nem vai travar enquanto não for proibido ter apartamentos inteiros como alojamento local.

      Enquanto não houver habitação para todas as pessoas que vivem e trabalham em Portugal alojamento local deveria ser permitido apenas em quartos de habitações próprias. 

    2. Quem diria que resolver um problema com algo que não é a causa do problema ia deixar todo na mesma… Porra há gente burra que nem um penedo

    3. GnomoEntalado on

      *“O espaço ocupado pelo alojamento local (AL) em Lisboa e no Porto não é o que tem mais impacto na escassez de habitação tradicional, segundo o estudo da* ***Neoturis*** *para a Airbnb.“*

      **“**Somos uma empresa de consultoria, estratégica e de negócio, direcionada para o acompanhamento do sector do turismo, hotelaria, entretenimento e lazer.“, **Neoturis**

      Ps: não li o artigo, tem paywall

    4. 1º Diz um estudo encomendado pela Airbnb

      2º não travou o aumento das casas, mas pode ter reduzido o aumento, a notícia não clarifica o impacto da medida.

      3º A notícia irmã desta,[https://www.jn.pt/economia/artigo/habitacao-crescera-no-porto-e-em-lisboa-vao-dominar-os-hoteis/18010380:](https://www.jn.pt/economia/artigo/habitacao-crescera-no-porto-e-em-lisboa-vao-dominar-os-hoteis/18010380🙂 explica que nos próximos 4 anos vão ser feitos mais m2 de hotéis em Lisboa do que m2 de habitação (o Dobro). A travagem no alojamento local, criou uma aceleração na construção de hotéis, por isso impacto da medida acaba por não ter o peso desejado.

      4º O problema é tão complexo que neste momento na área metropolitana do Porto, onde já se constrói a todo o gás (aos níveis de 2007), a lei da oferta e procura ainda não sortiu efeito, e ainda deve demorar anos até tal acontecer. Na AML os licenciamentos para construção ainda não satisfazem metade das necessidades da população, contudo a CML permite mais licenciamentos para hotéis do que para casas. Não antevejo um futuro risonho para Lisboa, mas eu sou um leigo que lê noticias, os senhores do governo e da CML têm indivíduos capazes e acesso a melhores informações do que eu relativamente ao problema da habitação.

    5. Que regulação? Houve alguma coisa a ser feita durante tempo suficiente para surtir efeito?

    6. SuctionWithValchek on

      Mesmo que tivesse havido regulação consequente, o AL continuaria a ser apenas um de muitos factores; de maneira alguma seria suficiente para abrandar a subida.

    7. Se calhar pq o AL pouco tem a ver com o preço das casas.

      Durante o covid o nº de AL diminuiu significativamente e não foi isso que impediu os preços de subir

    8. HumActuallyGuy on

      Eu ainda estou para ver o que vai ser disto tudo quando o pessoal se aperceber do absoluto assassinato arquitectónico que se têm feito por causa dos alojamentos locais e que vai precisar de imensas obras para essas casas serem habitadas a longo prazo de novo.

    9. Cortar nos ALs sempre foi para proteger interesses hoteleiros. Basta ver os novos projetos de conversão do JN num hotel, e um outro edificio já antigo no Porto cujo nome não me lembro neste momento.

    10. Writer_Scared on

      Este estudo vem agora porque a UE anunciou que vai apertar com os AL’s em Dezembro

    11. AirBNB a entidade mais idonia do país e que financia estudos por caridade, calha por acaso que lhe são favoráveis 100% das vezes.

    12. zemvpferreira on

      Obviamente e nunca ia travar. A raiva ao AL é um ódio encomendado pela indústria hoteleira em que a malta caiu feito patinho.

    13. bichocareta on

      Os senhorios não são nem devem ser Segurança Social.

      Arrendatário que não paga renda é 30 dias para sair.

      Votem em mim.

    14. Quiet_Economics_3266 on

      *surprised pikachu face*

      Quem diria…? Ah espera, bastantes disseram, e foi tudo corrido a todo o tipo de „-istas“ e que queriam era ser ganaciosos e 30 por uma linha…

    15. Qual regulação? Algumas cidades europeias proibiram novas licenças de AL, seja em toda a cidade ou em segmentos do território, nós beliscámos o sector.
      Estudo encomendado a uma empresa cujos sócios são responsáveis por grandes empreendimentos turísticos pelo país fora.

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