Estava a epnsar que ia ser um bola de natfalina e asustei me qd ele levou aquilo à boca
-LoboMau on
Sei que ele é humorista, mas também que há uma crítica real subjacente na piada. O que posso dizer é que se alguém coloca „a vida nas mãos do Chatgpt“, o problema é dessa pessoa, não do Chatgpt. Se alguém vai beber lixívia, o problema é dessa pessoa, não da lixívia. Se alguém mastiga uma carpete, o problema é da pessoa, não da carpete.
Sim, o Chatgpt pode dar-te informações incorretas. Isso significa que o Chatgpt é…tal e qual uma pessoa? É que as pessoas estão regularmente erradas e dão regularmente informações corretas umas às outras.
A sociedade, no geral, em todo o lado, vive muito apegada à ilibação de responsabilidade pessoal. Nós gostamos de responsabilizar os outros pelas más decisões que tomamos, e queremos mecanismos que nos ajudem a transferir essa responsabilidade para outra pessoa.
No outro dia estava aqui não sei quem a dizer que vendeu algo por menos do que supostamente vale, então tem andado a gastar milhares de euros em advogados para tentar reverter isso. Tomou uma má decisão, mas quer transferir a responsabilidade para outrem.
Eu até não me importava que as pessoas fossem salvas da sua própria ignorância, desde que fossemos coerentes quanto a isso. Não podemos ser salvos só numas situações, e noutras a ignorância ou manipulação que sofremos deixa de importar. A lei diz-te que o desconhecimento da mesma não é desculpa. Não podes dizer que não conhecias a lei e ser perdoado. Mas podes fazer um mau negócio e revertê-lo?
A sociedade não consegue operar devidamente se podemos simplesmente dizer „não sabia“ ou „fui manipulado“. Pode-se anular tudo dessa forma.
k0-brah on
Usem LeChat ou Lumio, deixem os americanos da mão
Ill_Imagination_6495 on
Resumindo. Contem com a vossa inteligência
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
5 Kommentare
O chatgpt vai salvar o mundo de si próprio.
Estava a epnsar que ia ser um bola de natfalina e asustei me qd ele levou aquilo à boca
Sei que ele é humorista, mas também que há uma crítica real subjacente na piada. O que posso dizer é que se alguém coloca „a vida nas mãos do Chatgpt“, o problema é dessa pessoa, não do Chatgpt. Se alguém vai beber lixívia, o problema é dessa pessoa, não da lixívia. Se alguém mastiga uma carpete, o problema é da pessoa, não da carpete.
Sim, o Chatgpt pode dar-te informações incorretas. Isso significa que o Chatgpt é…tal e qual uma pessoa? É que as pessoas estão regularmente erradas e dão regularmente informações corretas umas às outras.
A sociedade, no geral, em todo o lado, vive muito apegada à ilibação de responsabilidade pessoal. Nós gostamos de responsabilizar os outros pelas más decisões que tomamos, e queremos mecanismos que nos ajudem a transferir essa responsabilidade para outra pessoa.
No outro dia estava aqui não sei quem a dizer que vendeu algo por menos do que supostamente vale, então tem andado a gastar milhares de euros em advogados para tentar reverter isso. Tomou uma má decisão, mas quer transferir a responsabilidade para outrem.
Eu até não me importava que as pessoas fossem salvas da sua própria ignorância, desde que fossemos coerentes quanto a isso. Não podemos ser salvos só numas situações, e noutras a ignorância ou manipulação que sofremos deixa de importar. A lei diz-te que o desconhecimento da mesma não é desculpa. Não podes dizer que não conhecias a lei e ser perdoado. Mas podes fazer um mau negócio e revertê-lo?
A sociedade não consegue operar devidamente se podemos simplesmente dizer „não sabia“ ou „fui manipulado“. Pode-se anular tudo dessa forma.
Usem LeChat ou Lumio, deixem os americanos da mão
Resumindo. Contem com a vossa inteligência