Até um relógio parado está certo duas vezes por dia.
benito_juarez420 on
“Não podemos fazer mais do que isso nestas circunstâncias”, diz o videirinho de S. Bento…
A facilidade como este tipo mente é assustadora e degradante para a República. Portugal PODIA e PODE, e DEVE fazer mais, muito mais. Não o faz porque o actual governo (e todos os anteriores) são cúmplices neste genocídio.
cesaroncalves on
>No entanto, Luís Montenegro considerou que **o executivo fez “aquilo que era adequado fazer dadas as circunstâncias”, nomeadamente, “fazendo um apelo para que não se corram riscos desnecessários”,** à medida que a flotilha de aproxima de Gaza e há possibilidade de interceção dos militares israelitas e detenção dos ativistas a bordo. “Não podemos fazer mais do que isso nestas circunstâncias”, sustentou.
Na realidade ele fez o que partidos como o PS e PSD fazem sempre, na maioria das situações, o mínimo possível.
Portugal continua a deixar todas as oportunidades de relevância externa passar ao lado, por falta de vontade politica.
Leave A Reply
Du musst angemeldet sein, um einen Kommentar abzugeben.
3 Kommentare
Até um relógio parado está certo duas vezes por dia.
“Não podemos fazer mais do que isso nestas circunstâncias”, diz o videirinho de S. Bento…
A facilidade como este tipo mente é assustadora e degradante para a República. Portugal PODIA e PODE, e DEVE fazer mais, muito mais. Não o faz porque o actual governo (e todos os anteriores) são cúmplices neste genocídio.
>No entanto, Luís Montenegro considerou que **o executivo fez “aquilo que era adequado fazer dadas as circunstâncias”, nomeadamente, “fazendo um apelo para que não se corram riscos desnecessários”,** à medida que a flotilha de aproxima de Gaza e há possibilidade de interceção dos militares israelitas e detenção dos ativistas a bordo. “Não podemos fazer mais do que isso nestas circunstâncias”, sustentou.
Na realidade ele fez o que partidos como o PS e PSD fazem sempre, na maioria das situações, o mínimo possível.
Portugal continua a deixar todas as oportunidades de relevância externa passar ao lado, por falta de vontade politica.