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    9 Kommentare

    1. Pudera. Só há aumento de salário significativo quando se muda de emprego.

    2. Left_Capital133 on

      E depois? O trabalhador não é suposto tentar obter o melhor retorno pelo tempo e esforço que gasta da mesma maneira que a empresa tenta maximizar o lucro, dentro do possível?

      Bem vindos ao capitalismo, se o trabalhador tem a oportunidade de obter algo mais atractivo mudando de empresa porque é que não há de a aproveitar? 

    3. Ah o bom velho, „os jovens de hoje em dia“.

      Já há muito tempo que a verdadeira progressão é diagonal, mas em vez de corrigir isso as empresas preferem culpar aqueles que não se querem sacrificar em retorno de nada.

    4. Se a empresa onde estiverem lhes desse perspetivas de progressão… mas não dão. Hoje só se progride ao mudar de empresa.
      (para além de que a malta mais nova não está para aturar chefes com manias. e muito bem!)

    5. Engraçado como esta conversa é sempre colocada do lado dos trabalhadores.
      Mas raramente se vira a pergunta ao contrário: porque é que tantas empresas não conseguem reter pessoas jovens?

      Se olharmos para as condições oferecidas, a resposta é óbvia: salários de entrada muitas vezes abaixo do custo de vida, contratos precários ou de curta duração, quase nenhuma perspetiva de progressão, e uma cultura de trabalho presa a modelos ultrapassados, horários rígidos, pouca flexibilidade e gestores que olham para trabalhadores como uma “despesa” em vez de um investimento.

      Não é que a Geração Z seja “instável”. É que as empresas oferecem pouco e esperam muito. Antigamente, havia razões para ficar: progressão interna clara, salários que permitiam estabilidade e até a compra de uma casa. Hoje, ficar demasiado tempo num sítio pode significar estagnação.

      Portanto, não é que os jovens não sejam fiéis. É que a fidelidade tem de ser recíproca. E muitas empresas não estão a dar nada em troca.

    6. Deve ser o tal aumento da flexibilização do mercado de trabalho que andamos a ouvir falar durante uns anos. Está a correr bem então /s

    7. Antares_skorpion on

      É uma faca de dois legumes.

      Uma boa parte do problema que eu proprio assisto, também é o facto de criarem espectativas irrealistas da progressão. Vejo muito jovem que entra e está á espera de ser Chefe ou Gerente ao fim de 6 meses sem ter feito um mínimo esforço além do mínimo pedido.

      Ponto 1 – A maioria não tem perfil para chefe e gerir pessoas.

      Não se relacionam com os colegas de trabalho porque não estão cá pra fazer amigos. Muita gente não tem noção que basta subir um degrau na escada para as funções serem mais relacionadas com pessoas do que com propriamente um trabalho palpável

      Não fazem um mínímo esforço além do estrictamente definido no contrato. E claro, quando não são promovidos vão embora… Pra não falar que muitos nem sequer querem passar a chefe ou gerentes. Querem ganhar mais, sem aumento de responsabilidade, mas queixam-se que a carreira estagna… Não lidam bem com stress.

      Para clarificar, eu concordo plenamente que se deva impor limites e separação entre vida e trabalho, mas nem 8 nem 80… Há sempre um grau mínimo de flexibilidade que se tem de ter…

      Ponto 2 – não há lugares de gerência que cheguem pra todos…

    8. claudiosilva96 on

      Hoje tens diversas oportunidades para mudar para melhor a ganhar mais ou com melhores condições!
      Antigamente nao havia tanta gente com formação e tinham que se resignar ao que havia!
      Se o Manel oferece me 100€ e o João oferece 200€ a fazer o mesmo obviamente que escolho onde pagam mais.
      E atualmente somos apenas as 1 número numa empresa, raras sao as empresas que valorizam o trabalhador o que nao era assim Antigamente….
      E é isto simples….

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