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    14 Kommentare

    1. > (…) A Carris tinha, até 2007, uma equipa de 24 homens dedicados à manutenção dos ascensores da Glória, do Lavra, da Bica e de Santa Justa, revelou esta sexta-feira o jornal ‘Público’. (…) Durante o turno, eram verificados os cabos: um dos trabalhadores calçava as luvas e deixava deslizar o cabo entre as mãos e contava quando um fio solto picava a luva – se houvesse três ocorrências num metro de cabo, era dada ordem para parar o elevador.

      > **No entanto, a partir do momento em que a Carris contratou a atividade de manutenção externamente, o número de funcionários reduziu-se de 24 para seis pessoas afetas ao trabalho.**

      > (…) entre os funcionários da Carris havia a percepção de que o Elevador da Glória não funcionava na perfeição, sobretudo devido a problemas de sobrecarga. Um dos sintomas era o facto de as cabinas baloiçaram mais do que antigamente e havia um ‘chocalhar’ no funcionamento do elevador. Houve queixas dos guarda-freios sobre as folgas do cabo (…)

      * [webarchive](https://archive.ph/EImjf)

    2. > até 2007

      Passos dar um suspiro de alívio.

      Oh pá isto já mete um bocado de nojo das narrativas que praí andam, o raio do elevador já andava a quase duas décadas com seja qual for a equipa e seja qual for o procedimento de inspeção e manutenção, foi um acidente de merda num equipamento que ja tinha o que? Quase 150 anos? A culpa é da física e do azar.

    3. Live-Confection6859 on

      O problema foi quando a Carris passou para a autarquia de Lisboa vinda do Estado. A Carris tem de voltar ao Estado, onde estão o Metro de Lisboa e Carris Metropolitana por exemplo.

    4. Mas existe alguma dúvida que a inspeção e manutenção não era a suficiente para impedir o desfecho final …. ?

    5. InRecovering on

      É óptimo ver-se que se continuam a fazer „notícias“ com suposições em vez de se esperar que saia o relatório pelas entidades competentes, que pelo menos o que li não detectaram problemas no cabo em si. E o aproveitamento político também tem muito que se lhe diga porque quando os serviços de manutenção passaram para privados em 2007 o presidente da câmara de Lisboa era o António Costa. Apelar a bom senso nos tempos que correm parece ser pedir muito, mas sinto muito pelas famílias que para além de perderem entes queridos têm depois de assistir a este circo de especulação.

    6. Se há coisa que este acidente expõe, é a fraca qualidade do jornalismo em portugal.

      E já agora, depois das 24 horas por dia de manutenção, quantas sobram para a operação do aparelho?

    7. Pois, aquando da data de tragédia da ponte de entre-os-rios muito se falou e se disse que a ponte era „velha e sem manutenção/reparação“ para mais tarde se concluir que as excessivas e abusivas recolhas de areia do rio provocaram a queda da ponte 

    8. Expensive-Article123 on

      O costume. Alguém mamou o guito e não fez um caralho. Foi só facturar. Sinceramente, acho que é hora de pôrmos as diferenças de lado e unirmo-nos contra o inimigo comum. Porque o inimigo é unido. E é por isto que somos sempre fodidos

    9. adorava perceber o que significa 24h de manutenção….

      Seguindo a lógica deste “escrevedor de artigos”, se metermos 1 pessoa junto de um avião da TAP durante 24h, vamos ter ganhos fantásticos, porque são 24h de manutenção por dia!

      Haja burrice e pachorra para isto.

    10. EfficientInsecto on

      Se ao menos houvesse dispositivos que informassem sobre a tensão do cabo em tempo real…

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