Die Regierung warnt Mortágua: Der Staat hat keine „gesetzliche Verantwortung“, um Flottille zu schützen, die in Gaza geht

    https://observador.pt/2025/08/29/governo-avisa-mortagua-estado-nao-tem-responsabilidade-juridica-de-proteger-flotilha-que-vai-para-gaza/

    Von audide2012

    Share.

    13 Kommentare

    1. Sou a favor da viagem da Mortágua e da posição dela. Também acho certo que o governo não esteja em condições de fazer imposições de segurança a cidadãos nacionais a viajar para zonas de guerra – como o faz qualquer outro governo europeu, tudo certo aqui.

      O que posso criticar é que deixa bastante assente que o governo nacional não tem colhões diplomáticos para se assumir contra o genocídio e exercer pressão (como por exemplo, o faz a Espanha e Irlanda). E pior ainda, que se Israel matar indiscriminadamente um cidadão português*, o governo não vai fazer nada, nem sequer cara zangada, quanto mais pressão internacional contra um estado genocida.

      ‚* Para clarificar, na hipotética situação de Israel bombardear algum lado por onde calhe estar a passar um Português – ou um jornalista ou missionista médico/apoio no local, ou nem sequer necessariamente em Gaza, já que bombardear outros países (Líbano, Irão) tem sido ok.

    2. cesaroncalves on

      O governo português não tem coragem de fazer o que quer que seja caso Israel lhe queira fazer mal. Vai preferir SEMPRE defender os interesses dos sionistas sobre qualquer vida de portugueses.

      Supostamente, a proteção consular é „assegurada, se necessária, a todos os cidadãos portugueses no estrangeiro“, vamos ver até que ponto.

      Mais, o artigo 14.º da Constituição cria uma obrigação legal clara de proteger cidadãos portugueses no estrangeiro.

      Fazemos parte das convenções de Direito Internacional Humanitário.

      [https://observador.pt/2025/05/23/guterres-israel-tem-obrigacoes-claras-ao-abrigo-do-direito-internacional-humanitario/](https://observador.pt/2025/05/23/guterres-israel-tem-obrigacoes-claras-ao-abrigo-do-direito-internacional-humanitario/)

      E vou relembrar os apologistas de genocídio como o OP, as Convenções de Genebra estabelecem que „**provocar a fome de civis sob cerco como tática de guerra é proibido**“ e que „**se estiver sem suprimentos que garantam sua sobrevivência, a população tem direito a receber ajuda humanitária imparcial**“

      O que a Mortágua disse não está errado, quando argumentou que a presença de parlamentares torna „mais difícil ao governo israelita contra-atacar ou bloquear a passagem destes barcos“.

      O OP está a publicar isto com más intenções claro. Quer difamar o ativismo da deputada, enquanto que poderia estar a criticar as falhas de Israel, como por exemplo „Israel tem obrigações claras ao abrigo do direito internacional humanitário“ Guterres: „Israel tem obrigações claras ao abrigo do direito internacional humanitário”. Mas prefere criticar quem tenta fazer alguma coisa.

    3. O PSD sempre se estive a lixar para o emigrantes portugueses, nada de novo.

      O resto é só a cobardia e subserviência tipica aos EUA e a Israe, que podem cometer genocídios à vontade que Portugal age como um estado vassalo…

    4. Na primeira missão a flotilha foi atacada em águas internacionais. O governozeco já está premeditadamente a castrar-se.

    5. Mariana sabe que vai ser retida à entrada e insiste não só na viagem que não vai dar em nada, como ainda numa quase escolta. Mas Mariana nunca foi à Ucrânia, Sudão, Myanmar nem ao Haiti…

      Tanta publicidade e autopromoção.

    6. Nada de novo. Muita gente entusiasmada com as palavras do presidente em como o Trump é um ativo russo/soviético, mas a realidade é bem mais assustadora: ele é um ativo americano, e a União Europeia é subserviente aos EUA.

      Apesar de o velho continente estar a perder toda a relevância no palco mundial, as elites continuam a tradição de deixar os seus países ser espezinhados pelos americanos, e em apoiá-los nos seus assuntos fundamentais, incluindo o apoio incondicional ao apartheid, aos crimes de guerra, ao genocídio cometido pelo governo israelita. Acesso aos direitos humanos e condenação à sua transgressão está limitado a pertencer ao clube.

    7. Ninguém lhe faz mal. IDF intercepta o barco, dá lhes umas sandes e batatas fritas e ainda pagam o bilhete de volta. Se os deixassem passar, aí é que estavam bem tramados e queria ver o estado tuga a falar com quem manda em Gaza!

    8. Crafty_Cellist_4836 on

      Os comentários de alguns iluminados se esquerda parece que Portugal tem obrigação de mandar caças e a marinha para proteger a criatura 🤣

      Quer ir para uma zona de guerra, que vá e com saúde. Não chore se alguma coisa lhe acontecer

    Leave A Reply