
Gewinne „Fliegen“ aus Portugal für ausländische Eigentümer: Dividenden, die mit maximal 14 Jahren ins Ausland geschickt wurden
https://expresso.pt/economia/ecomercados/2025-08-25-lucros-voam-de-portugal-para-donos-estrangeiros-dividendos-enviados-para-o-exterior-em-maximo-de-14-anos-45e0a039
Von VladTepesDraculea
5 Kommentare
INB4: isto é um problema porque as maiores empresas nacionais foram maioritariamente privatizadas do sector público e grande parte deste dinheiro poderia hoje não só estar em Portugal mas a beneficiar o país, reduzir necessidade de carga fiscal, ajudar a manter e melhorar qualidade de serviços públicos como a saúde e educação, etc.
Esses lucros também vão para fundos de reforma estrangeiros que a esquerda diz que é casino
1. O país acabou essencialmente com os grandes empresários. É mal visto ser-se rico. E paga-se impostos loucamente que podia ser investidos na economia.
2. A nível popular as nossas poupanças em bolsa vão para ETFs, fundos de investimento e mesmo empresas estrangeiras. Um ETF da Blackrock conta como entidade estrangeira, independentemente depois existirem portugueses que detêm esse ETF. Podiam existir benefícios para ETFs portugueses, com sede em Portugal.
Os dividendos vão para o estrangeiro porque Portugal é cada vez mais pobre.
Não temos um tecido empresarial forte e um por um acabam em mãos estrangeiras.
Infelizmente podemos contar pelos dedos das mãos os grandes grupos económicos da portugueses com capital maioritariamente português.
E isto vai muito além das privatizações, que aliás, se houvesse um tecido empresarial forte teriam sido compradas por portugueses.
Aliás o facto de o tópico girar à volta das privatizações que foram vendidas a estrangeiros mostra o quão fraco é o tecido português.
Oh não… Quem poderia prever as consequências lógicas do sistema capitalista?! Isto era completamente impossível de prever, se ignorarmos que é do mais previsível que há… Estou deveras surpreendido…
Agora venham daí as desculpas para isto ser culpa de A, B ou C, mas nunca do sistema económico em que estamos inseridos, porque esse é sagrado e não existe melhor.