TL;DR:
O Tribunal de Contas recusou o visto prévio a um contrato entre a Associação de Promoção da Madeira e a Nova Expressão para Serviços de Publicidade Digital S.A. Foram detetadas ilegalidades na publicação do valor estimado do contrato (11,1M € e não 170 mil €), o que terá reduzido a concorrência. O TdC concluiu que o contrato é juridicamente e financeiramente ineficaz
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TL;DR:
O Tribunal de Contas recusou o visto prévio a um contrato entre a Associação de Promoção da Madeira e a Nova Expressão para Serviços de Publicidade Digital S.A. Foram detetadas ilegalidades na publicação do valor estimado do contrato (11,1M € e não 170 mil €), o que terá reduzido a concorrência. O TdC concluiu que o contrato é juridicamente e financeiramente ineficaz