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    21 Kommentare

    1. Faz sentido. Não há o risco de voltarem a atear fogos nem estão temperaturas acima dos 30°c com baixa humidade.

      Eu juro que a justiça em Portugal está feita para foder o juízo às pessoas normais. Ridículo.

    2. Appropriate_Mouse276 on

      Se isto não é a definição de gozo, não sei o que é então.. pessoas perdem casas, bombeiros morrem, etc, e quem tomar a iniciativa de tentar agravar a penalização para este tipo de crimes, ainda é conotado como fascista e de extrema direita. Muito triste, e só mostra a crise de identidade que existe tanto em Portugal como na Europa.

    3. Não estou a ver qual é o problema. Já não têm o isqueiro. Que mal é que podem fazer agora?

    4. Special_Berry_5395 on

      Que merda é esta? Pena máxima para estes cabrões e para quem os deixou sair impunes

    5. RoutineReply5761 on

      Até podiam sair em liberdade, mas antes divulgavam-se nomes e caras. Haveria mais incêndios, mas não seriam florestais.

    6. DisguisedAsAnAngel on

      Já que não há justiça, era apanhar os dois e dar uma valente porrada para ver se aprendem.

    7. diseasefaktory on

      Ainda dizem que a justiça é lenta! Em menos de 24h já cá estão fora para atearem mais uns fogos.

      A única coisa que me surpreende é não terem devolvido o isqueiro.

    8. Devem ter saído em liberdade, mas com a “grave” proibição de não mexer em isqueiros. O bom senso está em „extinção“. Qualquer dia, a justiça popular vai ganhar terreno para a justiça tradicional… e espero sinceramente que não se chegue a este ponto

    9. À falta de um eram dois. Podem dizer o nome deles? É que a população local ia gostar de saber.

    10. Há uma frase que ouvi há muito tempo, num podcast que não sei dizer o nome neste momento. Mas provavelmente nunca me vou esquecer dela.

      > Portugal é um país cheio de gente boa gerido por pessoas que não nos querem bem.

    11. Eu sei que é apenas medida de coacção, mas…

      Eles não deviam ser considerados perigosos e ficar em preventiva? Estamos a falar de um flagrante delito.

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