Meinungsverschiedenheiten und mehr Arbeitsstunden: Die Chefs möchten, dass die Regierung im Arbeitsrecht weiter geht

    https://sicnoticias.pt/pais/2025-08-01-despedimentos-e-mais-horas-de-trabalho-patroes-querem-que-governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131

    Von zizop

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    11 Kommentare

    1. Há, neste país, quem queira voltar ao século XIX:

      >A Confederação dos Agricultores defende o **aumento do número de horas de trabalho**, das atuais 40 horas semanais na generalidade dos casos para 60 horas, em **setores com falta de trabalhadores.**

    2. SecretPT90_reborn on

      O IEFP devia dar um chicote a cada 5 empregados ~~contratados~~ outsourced

    3. >

      Porque as políticas de direita funcionam assim. As „soluções“ defendidas pela direita, de forma generalizada, assentam na ideia de que os direitos dos trabalhadores são melhor protegidos pelo mercado do que por legislação laboral específica. Chegam mesmo a apresentar argumentos económicos para justificar esta posição, como a maior flexibilidade, a redução de encargos para as empresas ou a suposta criação de mais emprego.

      No entanto, para sustentar estas ideias, ignoram ou minimizam realidades fundamentais: o mercado de trabalho não é livre nem equilibrado. Há uma assimetria de poder gritante entre empregadores e trabalhadores. Enquanto as empresas muitas vezes têm poder negocial, recursos jurídicos e capacidade de pressão, a maioria dos trabalhadores está numa posição de vulnerabilidade, especialmente num contexto de desemprego estrutural ou precariedade generalizada.

      Num mercado verdadeiramente „livre“, espera-se que a oferta e procura se equilibrem naturalmente. Mas, na prática, quando um trabalhador precisa urgentemente de um salário para sobreviver, não está a negociar em igualdade de condições, está, muitas vezes, a aceitar o que lhe é imposto. Nesse cenário, a proteção legal não é um obstáculo à economia, é um mecanismo essencial de justiça e equilíbrio.

      Assim, quando se propõem reformas que enfraquecem direitos adquiridos, como a facilitação de despedimentos, ou maior precariedade nos contratos, sob o pretexto de „modernizar“ ou „flexibilizar“ o mercado, o que se está realmente a fazer é transferir risco e custos dos empregadores para os trabalhadores.

      E não se trata de teoria: a história de vários países mostra que a desregulação laboral quase nunca leva a mais emprego de qualidade, leva, isso sim, a mais insegurança, mais exploração e maior desigualdade.

    4. Admirable-Cell-2658 on

      Deixem o Luís chicotear o pessoal, afinal ele só está a trabalhar…

    5. Local_observer on

      Para quem votou na laranjada é bem feita!

      Quem não os conheça que os compre…

    6. o problema é que esses postos de trabalho são mal pagos, ordenados minimos, se um trabalhador fizer60h/semana, fica com 80 horas extraordinárias e sabem quem a que vai receber esse dinheiro? é o estado! vejam o caso dos sábados, trabalhas 2 e recebes 2, trabalhas 4 e recebes 2/5 ou seja, vais trabalhar um dia e meio de borla!
      as horas devia ser a 100% e o trabalho suplementar, diga-se horas extras, nem devia ser tributado pelo estado! assim a que se incentivava os trabalhadores! trabalhar mais para receber „menos“!
      votaram neles não foi, AGUENTEM-SE!

    7. Segue na senda do governo de Passos Coelho, que fez também uma bela „melhoria“ nos direitos dos trabalhadores sob o disfarce da pressão da troika

    8. Acho muito bem.

      Pode ser que a população aprenda que o voto tem consequências. Que eu duvido que aconteça…

      Já agora, uma sugestão: reduzam os dias de férias, a malandragem precisa de colaborar mais na salvação do país através da atribuição de mais dividendos aos acionistas e mais um carrito elétrico e umas férias para o patrão. 15 dias por ano chegam muito bem para os trabalhadores descansarem.

    9. Faz algum sentido uma empresa não poder despedir uma pessoa?! Deveria ser uma questão de dinheiro na minha opinião. A lei proibir despedir, nunca entenderei isso! „Ah mas a pessoa tem 55 anos e vai ficar sem emprego“, ok entao a empresa tem de pagar muito dinheiro para se responsabilizar por essa pessoas, mas proibir o despedimento?! Alguém que me ajude a entender e de que forma isso ajuda o trabalhador que fica agarrado ao empregozinho.

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