Warum sind alle Maßnahmen von "Arbeitsreform" Um vorgeschlagen und diskutiert zu werden, stellen sie einen Rückschlag in Bezug auf Praktiken zur Verbesserung der Bedingungen und des Wohlbefindens der Arbeitnehmer dar …? 🤔

    https://sicnoticias.pt/pais/2025-08-01-despedimentos-e-mais-horas-de-trabalho-patroes-querem-que-governo-va-mais-longe-na-lei-laboral-e184a131?fbclid=IwQ0xDSwL5dg5jbGNrAvl2BWV4dG4DYWVtAjExAAEeHdiK_Odwfm-vwsD0weUHO_QS4hJ6Tt8g3nUWtgVcR91PoHIBxeG8vbj7b1w_aem_Mshxt7DA81148cupYQHVmw#Echobox=1754040899

    Von CluelessRabbitt

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    11 Kommentare

    1. Mas a direita é que melhora a vida dos Portugueses…. Está à vista de todos.

      Menos condições de trabalho

      Mais precariedade

    2. Conceptual_Person on

      AD + CHEGA= ADEGA

      O Montenegro está a fazer um speed running da impopularidade

    3. > Porque é que todas as medidas da „reforma laboral“ a ser proposta e discutida, representam um retrocesso relativamente a práticas de melhoria de condições e bem-estar dos trabalhadores…? 🤔

      Porque as políticas de direita funcionam assim. As „soluções“ defendidas pela direita, de forma generalizada, assentam na ideia de que os direitos dos trabalhadores são melhor protegidos pelo mercado do que por legislação laboral específica. Chegam mesmo a apresentar argumentos económicos para justificar esta posição, como a maior flexibilidade, a redução de encargos para as empresas ou a suposta criação de mais emprego.

      No entanto, para sustentar estas ideias, ignoram ou minimizam realidades fundamentais: o mercado de trabalho não é livre nem equilibrado. Há uma assimetria de poder gritante entre empregadores e trabalhadores. Enquanto as empresas muitas vezes têm poder negocial, recursos jurídicos e capacidade de pressão, a maioria dos trabalhadores está numa posição de vulnerabilidade, especialmente num contexto de desemprego estrutural ou precariedade generalizada.

      Num mercado verdadeiramente „livre“, espera-se que a oferta e procura se equilibrem naturalmente. Mas, na prática, quando um trabalhador precisa urgentemente de um salário para sobreviver, não está a negociar em igualdade de condições, está, muitas vezes, a aceitar o que lhe é imposto. Nesse cenário, a proteção legal não é um obstáculo à economia, é um mecanismo essencial de justiça e equilíbrio.

      Assim, quando se propõem reformas que enfraquecem direitos adquiridos, como a facilitação de despedimentos, ou maior precariedade nos contratos, sob o pretexto de „modernizar“ ou „flexibilizar“ o mercado, o que se está realmente a fazer é transferir risco e custos dos empregadores para os trabalhadores.

      E não se trata de teoria: a história de vários países mostra que a desregulação laboral quase nunca leva a mais emprego de qualidade, leva, isso sim, a mais insegurança, mais exploração e maior desigualdade.

    4. UnethicalJob on

      Estou tranquilo. Sei que os sindicatos são fortes e independentes, e estarão já a organizar uma greve geral para obrigar os patrões e o governo a voltar atrás.

      /s

    5. 60 horas? Só? Eu até ia mais longe: além das 60h deviam pagar para trabalhar!

    6. Mete-los a cavar uma terra a ver se gostavam das horas a mais.
      Nem os meus avós agricultores trabalhavam tanto(em termos de horas.)

      Anda tudo maluco.

    7. reileaodaspatilhas on

      Bem, estas medidas vão fazer ressuscitar o PS de 3º para outra maioria, ja vi um filme parecido

    8. Madness4Them on

      Estou mesmo a ver o que vai acontecer: aumentam o tempo de trabalho e os trabalhadores fazem ainda menos de tão cansados que estão de trabalhar tantas horas seguidas, depois ainda vem perguntar porque a economia anda a retroceder com estas medidas geniais

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