Helena Roseta: „Portugal ist gebaut“ und es gibt noch mehr Häuser. Das Problem ist Spekulation

    https://rr.pt/especial/duvidas-publicas/2024/06/01/helena-roseta-portugal-esta-construido-e-ate-ha-casas-a-mais-o-problema-e-a-especulacao/380673/

    Von RHPL92p

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    15 Kommentare

    1. makeitproductive on

      Na aldeia onde nasceram os meus pais, e na aldeia onde nasceram os avós da minha esposa há centenas de casas desocupadas. Há 30 anos todas essas casas tinham uma família.

      Há uma maior centralização das populações. O parque habitacional não acompanhou a mudança das pessoas.

    2. DanielShaww on

      Há muitos mais adultos (diferente da população total) do que há 20 anos, e a população está muito mais concentrada nas duas grandes AM. Resultado disso é „falta“ de casas onde elas se querem.

    3. Ace-_Ventura on

      Bom título para bait. Como se vê mais à frente, ela explica que há casas onde ninguém quer 

    4. Prudent_Beach_473 on

      A habitação é um problema maior do que apenas a especulação. como u/makeitproductive disse, existe bastante casas desocupadas o problema é mais a desertificação de várias áreas do Pais.

      Para isso era preciso haver uma reforma de todo o tamanho desde infrastrutura até serviços e subsidios para empresas, comercio e a população para repopular estas areas, que ninguem do governo quer fazer porque nao será um governo de 4 anos a fazer isso com medo de causar uma interrupção de votos das grandes cidades.

      Descentralizar as grandes urbanizações e apostar no que disse acima (versus, sei lá, o projeto TTT, apesar de ser muito necessário é apenar mais um problema dado a concentração populacional) daria um grande salto em resolver o problema.

      Mas posso estar 100% errado.

    5. Pois, mas uma pessoa precisa de trabalhar, e isso só em Lisboa. Felizmente temos o teletrabalho, mas isso faz os gestores infelizes, por isso temos todos de estar 10 horas por semana no trânsito, gastar 300 euros por mês em combustível e viver com taxas de esforço de 75%. Ah e destruir o ambiente. Dizer que é especulação é muito sábio, mas vejo zero propostas para resolver isso.

    6. throwaway0000012132 on

      O COVID deu uma oportunidade de ouro para Portugal mover parte da população para o interior, onde muitos querem criar suas famílias num ambiente com menos trânsito, confusão, mais calmo e com mais hospitalidade. Mais trabalho remoto, mais incentivos à natalidade para quem fosse para o interior e mais infraestruturas nessas zonas iria tornar o interior mais agradável e moderno.

      Perdeu-se a oportunidade.

    7. oPeritoDaNet on

      O problema são as casas devolutas e sem condições de habitabilidade ninguém quer ir viver para lá… se excluírem essas casas não há muitas casas quanto isso

    8. Helena Roseta é o perfeito exemplo do porque Portugal estar como está temos um parque habitacional publico de 2% face há média de 20% da EU, isto porque em 50 anos a construção de habitação publica nunca foi prioridade.

      Diz que temos casas suficiente, no entanto tendo a habitação nas principais cidades estagnado e tendo o agregado familiar médio ido de 3.1 para 2.1 onde vamos meter um aumento de quase 50% das novas necessidades habitacionais ?

      Vamos trazer as casas que estão nas aldeias para Lisboa ? Vêm de helicóptero ?

      E depois sai se com estas besteiras

      „Há partidos a defender um travão à imigração. „Os filhos querem ir para as obras?““

      E os imigrantes e os seus filhos querem ? Com cerca de 1.8 milhões de imigrantes apenas 70 mil trabalham na área da construção ou seja 3,9%…

      Se os concursos ficam sem propostas talvez se deva mais aos processos burocráticos e há lentidão do governo. Num mundo onde a matéria prima de construção sobe 15% ao ano e onde um concurso pode ficar até 3 anos parados depois de ser adjudicado, nenhum construtor se vai meter num concurso com margens de lucro que muitas vezes não chegam a 10%.

    9. canalhistoria on

      Pelas minhas contas em 2025 já vamos em 6.1 milhões de alojamentos familiares. O que dá uma casa para cada 1.767 habitantes.

      Em 2011 este numero estava em uma casa para cada 1.796 habitantes.

      E em 2001 este numero estava em uma casa por cada 2.2 habitantes.

      Nunca estivemos melhor do que hoje em quantidade de habitação. Eu penso que o principal problema está nos usos que não são relacionados com a habitação permanente.

    10. unknownpseudouser on

      O problema não é a especulação, é a desertificação do interior, invista-se em condições com medidas que promovam a mudança para o interior em massa e viam o problema da habitação e mts outros resolvidos…

    11. RunForYourTools on

      Abram shoppings próximos de todas as zonas menos procuradas e tenham transporte gratuito para as mesmas, implementem de vez incentivos para o trabalho remoto, com hubs fora dos grandes centros, para que malta especializada se possa instalar nestas zonas e garantir que pode trabalhar sem ter de se preocupar em andar centenas de km semanalmente só para ir trabalhar. Escolas, creches e unidades de saúde funcionais nestas áreas. Porque não benefícios fiscais para empresas que se instalem fisicamente nestas zonas, assim como benefícios para trabalhadores que se mudem para tais localizações. Incentivo à natalidade para estes mesmos. Tanta coisa que pode ser feita, haja é vontade.

    12. Mas quem é que vive em Portugal e não sabe disto?

      Eu vivo numa das zonas mais concorridas de lisboa. O meu prédio tem 36 apartamentos. A taxa de ocupação é de cerca de 50%.

      No halloween costumo ir acompanhar algumas crianças pedir nos prédios ao lado. Quando encontramos alguém mais simpático perguntamos quais os andares onde vive gente. Em prédios de 8 andares por vezes tem gente a viver apenas em 2.

      Não vou comentar as razões para isto porque são muitas e algumas muito difíceis de resolver. Mas que esta é a pura verdade é.

      Isto tem de existir uma lei que separe claramente uma primeira habitação de tudo o resto. É claro que podem comprar casas para colocar livros mas têm de pagar muito mais do que uma casa para habitar.

      Muito Muito mais e esse mais bem podia ser revertido em casas para gente viver.

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