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    30 Kommentare

    1. canalhistoria on

      O preço dos toldos por mim dispensava a regulação, mas gostei do „café, água ou sandes“ que ela refere.

    2. Appropriate_Crab_618 on

      Muito bem. Comida e bebida na praia são coisas essências, e não pode ser deixada ao mercado a definição do preço.

      [Edit] Fdx parece que tenho de pôr um /s aqui

    3. Dangerous-Cookie-618 on

      Um Governo de direita a interferir com o mercado e a limitar preços?

      What a time to be alive.

    4. No outro dia no Tamariz, paguei por um cachorro e duas colas, a módica quantia de €20, quase nada, mas o puto tinha fome, e não podemos deixar os filhos sem comer.

    5. Espera… vocês compram coisas na praia?

      Piadas à parte, acho que só mesmo a bola de berlim lá de tempos a tempos.

    6. Admirable-Cell-2658 on

      A bola de Berlim importa para a ministra porque esse pessoal que vende não pode nada, agora limitar que os fundos imobiliários façam rios de dinheiro tá quieta que esses tem advogados e um lobby muito forte!

    7. lol como se regular os preços dos gelados e dos cafés ajudasse alguém. . .

    8. Se pagam um valor muito baixo ao Estado, que tal, talvez, aumentar o valor e toda a gente beneficiar e não só os que vão à praia?

    9. Mynameisbebopp on

      Amigos, não é porque vocês TODOS se lembram de levar comidinha de casa com um plano INFALÍVEL de como ir a praia de A a Z que eu tenho de pagar 7 euros num magnum ou 3 num fino.

      Obrigado.

    10. Acho bem, é aproveitamento da necessidade das pessoas. Também podiam continuar e limitar o lucro excessivo nos postos de combustível das autoestradas

    11. SploodenProfile on

      Um governo de direita a propor limite de preços de bens não essenciais.

      Adorei o quote da ministra em que considera que existem bens essenciais na praia. Minha querida, se há bens essenciais para estar na praia, é uma questão de os levar. Se não os quisermos levar, temos de pagar pela conveniência de alguém o ter feito….

      numa nota final, isto foi como eu li o quote dela na minha cabeça:

      > „bens essenciais, tais como café, água ou sandes, ou lá o que comem os pobrezinhos“

    12. KokishinNeko on

      >Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência da ação de fiscalização da Agência Portuguesa do Ambiente

      *Maria da Graça Carvalho começou a estudar estas medidas na sequência de uma ida à praia e ter sido chulada forte e feio*

      FTFY, de nada.

    13. Os ministros vão de férias e acham que estão a pagar demasiado pela bola de berlim e pasteis a esses vendedores ambulantes sanguessugas, há que fode-los… taxar quem fode o Estado consecutivamente em milhões? Não que isso vai gerar desemprego! -_-

    14. no_no_no_oh_yes on

      Mas alguém leu a notícia? O título é idiota (what else is new). O que acontece é que as concessões são supostamente para dar um „serviço público“. O estado cobra muito pouco. Se as concessões não prestam o tal serviço, o estado regula o serviço. Não me parece um mau princípio, até porque não é propriamente um sector concorrencial em muitos sítios. Não vai regular os vendedores ambulantes.

    15. „A ministra do Ambiente prepara-se para anunciar, nesta quarta-feira, uma série de medidas com o objetivo de democratizar o acesso a bens essenciais em todas as praias, como toldos, águas, cafés… „O que vamos impor é que estas concessões façam serviço público. Quem as explora paga um valor muito pequeno ao Estado e vamos ser mais exigentes“, explicou a governante à SÁBADO.“

      e porque não subir o preço das concessões e usar esse dinheiro para por mais segurança para evitar afogamentos, mais limpeza etc

    16. As prioridades deste Governo são incompreensíveis. Parece que vivem numa realidade paralela

    17. Lord3_Almeida on

      Esta decisão levanta várias questões sobre os efeitos práticos e económicos. Embora compreenda a intenção de garantir o acesso universal a produtos como água, café ou toldos, a imposição de tabelas de preços pode gerar consequências indesejadas que merecem reflexão.

      Em primeiro lugar, ao fixar preços máximos, corre-se o risco de desajustar a relação natural entre procura e oferta. Em zonas balneares com elevada afluência, é normal que os preços reflitam essa procura acrescida. Ao limitar esses valores, o Estado pode estar a desincentivar a presença de operadores privados, o que, paradoxalmente, pode reduzir a oferta e prejudicar os próprios consumidores que se pretende proteger.

      Além disso, esta medida ignora a capacidade dos cidadãos de fazerem escolhas conscientes pela sua cabeça e ao seu risco. Não existe melhor regulador de mercado do que uma decisão consciente e informada. Se alguém opta por pagar mais por um serviço ou produto numa praia, essa decisão resulta de uma avaliação pessoal de conveniência, conforto ou qualidade. Intervir nesse processo é uma forma de tutela excessiva sobre decisões individuais. Todos são livres de levar a sua alimentação de casa ou optar por locais mais acessíveis.

      Outro efeito previsível é a redução da qualidade dos serviços prestados. Limitar artificialmente os preços vai reduzir as margens de lucro, o que leva inevitavelmente a menos investimento em melhorias, inovação ou até na contratação de pessoal. Mais uma vez, Portugal adora uniformizar-se por baixo, e todos perdem: tanto quem procura opções mais económicas como quem estaria disposto a pagar mais por um serviço superior.

      Há também o risco de surgirem distorções no mercado, como a criação de serviços paralelos, menos regulados, ou o aumento de preços noutros produtos para compensar as margens perdidas. Quando tudo for regulado, nada é regulado. Em vez de promover um ambiente mais justo, a medida acaba por gerar desigualdades mais subtis e difíceis de controlar.

    18. Super-Admiral on

      Porque não um subsídio aos compradores ou vendedores?

      Aqui o Luís já não gosta de capitalismo à tuga?

    19. Nogleaminglight on

      Então dá? E do pão? E das rendas?, E dos serviços de internet? Quer dizer que o governo tem poder para parar de encorajar e promover a ganancia e a cultura do dog-eat-dog???

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