>O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) anunciou que, a partir do dia 1 de Julho, o serviço de transporte aéreo de emergência passaria a ser assegurado por quatro helicópteros da Força Aérea Portuguesa, a funcionar durante 24 horas por dia, e mais dois da Gulf Med, a funcionar por 12 horas. No entanto, a Força Aérea apenas tem uma aeronave Merlin EH-101 para funcionar durante a noite, sendo que as restantes aeronaves – um helicóptero Koala atribuído à Base Aérea de Beja e um Koala e um Black Hawk, que operam a partir da Base Aérea de Ovar – não têm autorização para voar durante a noite.
>Recorde-se que o INEM tinha feito um ajuste directo com a empresa que venceu o concurso para assegurar o serviço aéreo de emergência médica, garantindo que a empresa Gulf Med cedesse dois helicópteros, no fim de Junho, numa situação transitória que decorria dos atrasos motivados pela ausência de visto pelo Tribunal de Contas. […] **Por 77,5 milhões de euros, o serviço deveria ter-se iniciado na terça-feira, decorrendo até ao final de 2030**. O contrato prevê a disponibilização de quatro aparelhos 24 horas por dia. O PÚBLICO perguntou ao INEM qual o valor do ajuste directo à Gulf Med e se a ideia era abater esse montante ao valor final do contrato estabelecido com a empresa, mas continua sem respostas.
Há aqui um pormenor delicioso que não aparece na notícia do público mas aparece noutras: a empresa a quem foi adjudicado um contrato de 77 milhões de euros ***não tem helicópteros nem pilotos***. Total assalto ao pote, zero consequências seja para quem for.
Popsai on
Isso não faz falta, o que faz falta é mais armamento militar
Camicagu on
É só a população colaborar e não ter problemas de saúde durante a noite, solução simples
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>O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) anunciou que, a partir do dia 1 de Julho, o serviço de transporte aéreo de emergência passaria a ser assegurado por quatro helicópteros da Força Aérea Portuguesa, a funcionar durante 24 horas por dia, e mais dois da Gulf Med, a funcionar por 12 horas. No entanto, a Força Aérea apenas tem uma aeronave Merlin EH-101 para funcionar durante a noite, sendo que as restantes aeronaves – um helicóptero Koala atribuído à Base Aérea de Beja e um Koala e um Black Hawk, que operam a partir da Base Aérea de Ovar – não têm autorização para voar durante a noite.
>Recorde-se que o INEM tinha feito um ajuste directo com a empresa que venceu o concurso para assegurar o serviço aéreo de emergência médica, garantindo que a empresa Gulf Med cedesse dois helicópteros, no fim de Junho, numa situação transitória que decorria dos atrasos motivados pela ausência de visto pelo Tribunal de Contas. […] **Por 77,5 milhões de euros, o serviço deveria ter-se iniciado na terça-feira, decorrendo até ao final de 2030**. O contrato prevê a disponibilização de quatro aparelhos 24 horas por dia. O PÚBLICO perguntou ao INEM qual o valor do ajuste directo à Gulf Med e se a ideia era abater esse montante ao valor final do contrato estabelecido com a empresa, mas continua sem respostas.
Há aqui um pormenor delicioso que não aparece na notícia do público mas aparece noutras: a empresa a quem foi adjudicado um contrato de 77 milhões de euros ***não tem helicópteros nem pilotos***. Total assalto ao pote, zero consequências seja para quem for.
Isso não faz falta, o que faz falta é mais armamento militar
É só a população colaborar e não ter problemas de saúde durante a noite, solução simples