É uma pena. Andam na estrada e, pior ainda, no passeio sem cuidado algum. Deviam mesmo ser obrigados a ter um seguro de responsabilidade civil.
Ilien on
Aleluia que começam a surgir notícias corretas sobre o assunto. A comunicação social começou a espalhar desinformação sobre o assunto com base numa transposição absolutamente idiótica (só mais uma…) de uma diretiva europeia.
O texto da diretiva é muito claro quanto a exclusão de mobilidade leve da obrigação de seguro, expondo as razões que levam a essa exclusão. A definição de veículo é clarinha como a água.
O Governo português, transpondo a diretiva, altera palavras usadas sem razão nem critério, criando uma discussão onde esta não existia, apenas para não usar exatamente as mesmas palavras da diretiva. Que incompetência atroz.
No-Spread-4397 on
Mas deviam, assim como as pessoas deviam ter de tirar carta para poder ter o privilégio de andar na estrada
Mas e então aqueles scooters elétricos que muitos usam sem capacete sequer, a 3 ou 4 em cima deles, quase atropelando pessoal que não os ouve chegar, etc, etc.. faz parte da categoria dos velocípedes que afinal não precisam de seguro na mesma ?
brakeline on
A questão aqui é que a esmagadora maioria das bicicletas elétricas que praí andam não necessitam de se pedalar para andar. Têm efetivamente um acelerador e não um apoio mecânico.
E nessas? Deveria ou não ser obrigatório?
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7 Kommentare
Fonte?
É uma pena. Andam na estrada e, pior ainda, no passeio sem cuidado algum. Deviam mesmo ser obrigados a ter um seguro de responsabilidade civil.
Aleluia que começam a surgir notícias corretas sobre o assunto. A comunicação social começou a espalhar desinformação sobre o assunto com base numa transposição absolutamente idiótica (só mais uma…) de uma diretiva europeia.
O texto da diretiva é muito claro quanto a exclusão de mobilidade leve da obrigação de seguro, expondo as razões que levam a essa exclusão. A definição de veículo é clarinha como a água.
O Governo português, transpondo a diretiva, altera palavras usadas sem razão nem critério, criando uma discussão onde esta não existia, apenas para não usar exatamente as mesmas palavras da diretiva. Que incompetência atroz.
Mas deviam, assim como as pessoas deviam ter de tirar carta para poder ter o privilégio de andar na estrada
A ANSR também já esclareceu: trotinetes e velocípedes não está abrangidos http://www.ansr.pt/Noticias/Pages/Esclarecimento-sobre-seguro-de-responsabilidade-civil-para-utilizadores-de-trotinetas-e-de-veloc%C3%ADpedes.aspx
Mas e então aqueles scooters elétricos que muitos usam sem capacete sequer, a 3 ou 4 em cima deles, quase atropelando pessoal que não os ouve chegar, etc, etc.. faz parte da categoria dos velocípedes que afinal não precisam de seguro na mesma ?
A questão aqui é que a esmagadora maioria das bicicletas elétricas que praí andam não necessitam de se pedalar para andar. Têm efetivamente um acelerador e não um apoio mecânico.
E nessas? Deveria ou não ser obrigatório?