Die Regierung von Portugal wird den Zugang zu Staatsbürgerschaft und Familie einschränken, die sich neu gruppieren

    https://www.publico.pt/2025/06/13/publico-brasil/noticia/governo-portugal-vai-restringir-acesso-cidadania-reagrupamento-familiar-2136528?ref=sociedade&cx=page__content

    Von lokvolse

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    15 Kommentare

    1. Foi preciso o Chega chegar a 2a força política, senão isto não acontecia. Pensem nisto enquanto lêem a notícia.

    2. Perfect_Count_9353 on

      Os imigrantes fazem parte do que move Portugal e têm direito a viver com as suas famílias. Atacar o reagrupamento familiar, como quer a AD a reboque do Chega, é desumano e vergonhoso. Com o PS havia política de integração, agora há caça ao voto fácil à custa dos mais vulneráveis.

    3. A direita enche o peito com serem a favor da imigração desde que seja legal e com integração na sociedade portuguesa mas depois remove aquele que é o mecanismo mais eficaz de integração, o reagrupamento familiar. Como é que um homem indiano se integra melhor no seu novo país, é estando cá sozinho a morar com mais 20 ou trazendo para cá a mulher e a filha da Índia? A mulher arranja o seu trabalho, a filha entra na escola e conhece a cultura e a língua portuguesa, os pais são obrigados a estar e a interagir com outros pais e com a instituição escolar.

      Veja-se a integração da comunidade portuguesa noutros países depois das vagas de imigração dos anos 60. Só é possível haverem comunidades portuguesas enormes em new Jersey, Toronto ou Paris porque as mulheres e os filhos dos homens que foram primeiro puderam ir para lá de forma facilitada. Hoje os seus filhos e netos fazem parte e são fundamentais na comunidade.

      Ou queremos resolver os problemas ou queremos aplicar medidas para propaganda. Esta medida é a segunda e ninguém me conseguirá apontar que problema esta medida resolve.

    4. EitherCommittee3576 on

      Não sou contra o mechanismo mas não temos condições para o ofrecer. Em primeiro temos muita coisa a resolver e tem que ser suspenso até la na minha opinião

    5. Witty_Landscape7465 on

      Nada que o governo já não tivesse dito, mas vão atribuir ao chega.

    6. Alarming_Trade_1002 on

      Já escrevi aqui semanas atrás e volto a escrever: PSD continua igual ao ano passado, mas com uma camadinha de „falsa direita“ para não ser escrutinado (e ganhar votos) pelo pessoal mais à direita.

      O PSD está dividido e o Montenegro continua na facção esquerdina. Montenegro continua a implementar as mesmas regras/intenções do ano anterior mas „termina sempre com uma catch phase“ típica do chega.

      Exemplo (usando esta notícia): VAI AVONTECER o reagrupamento familiar (e tens de seguir as directrizes da aima, condicionadas pela convenção de Genebra), mas termina com „está tudo controlado!“

      Como? Não interessa! Depois logo se vê o que se arranja uma desculpa qualquer relativamente aos papoes da „extrema direita“.

      Nota: só estou a falar do governo! Lá porque escrevi chega, não significa que estou a „militar“ pelo chega! Estou só a fazer uma análise ao Montenegro/governo. Ok?!?

    7. Sempre pronto para propagandear e dar resposta ao pessoal dos twitters desta vida.

    8. Admirable-Cell-2658 on

      Se não existe condições para receber mais pessoas, o SNS está pelas costuras, não existe infantários, não existe habitações, a educação está como está as escolas não conseguem dar qualidade de ensino com mais de 20 nacionalidades numa mesma escola e por aí fora…

      Era preciso isto chegar a este ponto, para tomarem medidas?

    9. Southern-Still-666 on

      É mais que justo, é impossível assimilar os imigrantes que já estão em Portugal + as suas famílias (muitas vezes numerosas). Ainda que venham em tranches vai fazer explodir a procura por cuidados médicos, transportes e habitação.

      Para os da cassete que dizem que isto não é humano, meus caros, os imigrantes vão para Portugal numa base voluntária. A partir do momento em que estão descontentes, podem fazer as malas e irem para o seu país de origem. Eu digo isto com todo o à vontade porque também sou imigrante e, cá fora no estrangeiro, não faço exigências.

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