
Einwanderung: Ein Ankunft wird die Regierung auffordern, die Familie vorübergehend auszusetzen, um sich neu zu gruppieren
https://cnnportugal.iol.pt/chega/andre-ventura/imigracao-chega-vai-pedir-ao-governo-que-suspenda-temporariamente-reagrupamento-familiar/20250609/6846db53d34ef72ee446ff62
Von audide2012
10 Kommentare
Sou obrigado a dar razão ao Ventura temos de pensar primeiro o que queremos e no que a situação atual com as leis que temos, nos levará…
Acho que é a abordagem errada, podem e devem (diria eu) diminuir a aprovação de entrada, mas a reunificação familiar para mim é pilar de uma integração pacífica
Aprovem menos, mas permitam o reagrupamento
Nota: Estão a dar downvote, mas penso que não perceberam, a minha sugestão é REDUZIR a aprovação de entrada de homens solteiros e permitir a reunificação familiar para potenciar a integralção
Eles já cá estão, queremos a malta bem integrada ou não? Esta é a questáo
Outros países estão a passar pelo mesmo, é o que há de certo a fazer
Ventura W
Vieram para cá trabalhar ou vieram para cá para trazer a família toda?
Com a família toda cá o gajo que antes enviava o que podia, está fodido vai ter que sustenta-los e mais rápido cai no crime. Por outro lado rebentam-se as costuras nas escolas e hospitais. Assim não dá!
Façam referendo sobre a matéria, deixem os portugueses serem livres de dizer o que pensam! Mas que democracia é esta afinal? Só serve interesses? Interesses de todos menos do português nativo trabalhador?
E trazer de volta portugueses caralho?
Novamente, proibir reagrupamento familiar é extremamente desumano e só tem como objetivo mandar embora aqueles que já estão em portugal, principalmente os que vem legalizados e com proposta de emprego.
Se o objetivo é impedir a entrada mais imigrantes, que proíbam a emissão de qualquer outro tipo de visto. Além do mais, a medida do Ventura viola a Diretiva 2003/86/CE do Conselho Europeu.
O objetivo final do Ventura e seus seguidores é mesmo tornar a vida do imigrante (legal ou ilegal, bom ou mal) o maior inferno possível para forçá-lo a ir embora.
Talvez não banir totalmentee mas restringi-lo de maneira muito forte. Tipo, só quem ganha acime de X valores pode trazer um familiar
A sorte é que não reconhecemos a poligamia senão é que ia ser engraçado
Querem combater o chega mas se avançarem com isto garantido chega maioria absoluta
The usual aqui. Onde há pressão na segurança social? Em que áreas há desemprego? São estes imigrantes que vão comprar o teu T2 a 370k? Qual a parte errada de trazer a família para integrar os imigrantes? Não foi isso que os portugueses fizeram em todo o mundo? Uma razão económica para isto estar errado? sound bites e falta de ciências. A ascensão da extrema-direita não nasceu de um qualquer ADN lusitano adormecido; nasceu da procura feroz por mapas de bolso num continente onde o GPS ora falha, ora nos manda dar meia-volta na próxima rotunda. O Chega descobriu que, perante a inflação do vocabulário técnico, basta vender um conjunto de palavras-chave: “taxas”, “corrupção”, “imigração”, “subsídios”. É um produto político com manual de instruções de uma página. Entre 2021 e 2023 o PIB português cresceu 6,8% e depois 2,3%, o segundo arranque mais rápido da UE pós-pandemia, mantendo-se previsões de voltar a bater a média europeia em 2025 (1,9% versus 1,3%). O desemprego estabilizou nos 6,4% — quase pleno emprego para padrões históricos. Ainda assim, a narrativa dominante pinta vagas de estrangeiros a “roubar” empregos numa economia onde faltam motoristas, enfermeiros, engenheiros e ladrilheiros. A aritmética é cruel: a geração dos anos 1990 não fez filhos suficientes; aumentar salários por decreto não cria portugueses; e nos sectores transacionaveis ,só há margem para pagar mais se a produtividade subir — ou se aceitarmos margens nulas num mercado global que não pratica caridade. Habitação, educação, saúde: três mercados com falhas gritantes. A construção sofreu um subinvestimento crónico; professores fogem porque o retorno emocional já não paga a hipoteca; hospitais disputam especialistas como clubes de futebol em final de época. Aqui nem laissez-faire puro nem planificação soviética: precisamos de políticas onde o Estado corrija externalidades (zonamento, bolsas de mérito, contratos-programa) sem matar o oxigénio competitivo. Estudos da Comissão e da OCDE mostram um aumento continuado da quota dos maiores players em quase todos os sectores europeus desde 2000, empurrando preços para cima e inovação para baixo. Falta-nos uma política de concorrência que não seja inimiga da escala, mas também não deixe a gritante acumulação de mercado. Problemas multivariados exigem partidos habituados a equações, não a slogans e percepções. A integração europeia — desde a união bancária à partilha de dívida climática — é um quebra-cabeças de vinte e sete peças que não cabe num tweet. O centro-esquerda e o centro-direita, com todas as suas fragilidades, têm mecanismos para dialogar com esta complexidade. Mas o eleitor médio, cansado, corre para a secção dos “auto-ajuda” políticos: soluções detox de sete dias que prometem refundar o país. Portugal cresceu, exportou e pagou a dívida mais depressa que muitos vizinhos, mas decidiu premiar quem oferece atalhos para o desalento. Talvez seja altura de lembrarmos que a história raramente perdoa populistas a prazo; perdoa, isso sim, sociedades que aprendem a ler instruções longas. A maioria aqui gosta de sound bites.