Einwanderung: Ein Ankunft wird die Regierung auffordern, die Familie vorübergehend auszusetzen, um sich neu zu gruppieren

    https://cnnportugal.iol.pt/chega/andre-ventura/imigracao-chega-vai-pedir-ao-governo-que-suspenda-temporariamente-reagrupamento-familiar/20250609/6846db53d34ef72ee446ff62

    Von audide2012

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    10 Kommentare

    1. Apart-Speed-3058 on

      Sou obrigado a dar razão ao Ventura temos de pensar primeiro o que queremos e no que a situação atual com as leis que temos, nos levará…

    2. rickz123456 on

      Acho que é a abordagem errada, podem e devem (diria eu) diminuir a aprovação de entrada, mas a reunificação familiar para mim é pilar de uma integração pacífica

      Aprovem menos, mas permitam o reagrupamento

      Nota: Estão a dar downvote, mas penso que não perceberam, a minha sugestão é REDUZIR a aprovação de entrada de homens solteiros e permitir a reunificação familiar para potenciar a integralção

      Eles já cá estão, queremos a malta bem integrada ou não? Esta é a questáo

    3. Southern-Still-666 on

      Outros países estão a passar pelo mesmo, é o que há de certo a fazer

    4. Vieram para cá trabalhar ou vieram para cá para trazer a família toda?

      Com a família toda cá o gajo que antes enviava o que podia, está fodido vai ter que sustenta-los e mais rápido cai no crime. Por outro lado rebentam-se as costuras nas escolas e hospitais. Assim não dá!

      Façam referendo sobre a matéria, deixem os portugueses serem livres de dizer o que pensam! Mas que democracia é esta afinal? Só serve interesses? Interesses de todos menos do português nativo trabalhador?

      E trazer de volta portugueses caralho?

    5. Laricaxipeg on

      Novamente, proibir reagrupamento familiar é extremamente desumano e só tem como objetivo mandar embora aqueles que já estão em portugal, principalmente os que vem legalizados e com proposta de emprego.

      Se o objetivo é impedir a entrada mais imigrantes, que proíbam a emissão de qualquer outro tipo de visto. Além do mais, a medida do Ventura viola a Diretiva 2003/86/CE do Conselho Europeu.

      O objetivo final do Ventura e seus seguidores é mesmo tornar a vida do imigrante (legal ou ilegal, bom ou mal) o maior inferno possível para forçá-lo a ir embora.

    6. Not_As_much94 on

      Talvez não banir totalmentee mas restringi-lo de maneira muito forte. Tipo, só quem ganha acime de X valores pode trazer um familiar

    7. Plenty_Storage6260 on

      A sorte é que não reconhecemos a poligamia senão é que ia ser engraçado

    8. Aggravating_Many_329 on

      Querem combater o chega mas se avançarem com isto garantido chega maioria absoluta

    9. The usual aqui. Onde há pressão na segurança social? Em que áreas há desemprego? São estes imigrantes que vão comprar o teu T2 a 370k? Qual a parte errada de trazer a família para integrar os imigrantes? Não foi isso que os portugueses fizeram em todo o mundo? Uma razão económica para isto estar errado? sound bites e falta de ciências. A ascensão da extrema-direita não nasceu de um qualquer ADN lusitano adormecido; nasceu da procura feroz por mapas de bolso num continente onde o GPS ora falha, ora nos manda dar meia-volta na próxima rotunda. O Chega descobriu que, perante a inflação do vocabulário técnico, basta vender um conjunto de palavras-chave: “taxas”, “corrupção”, “imigração”, “subsídios”. É um produto político com manual de instruções de uma página. Entre 2021 e 2023 o PIB português cresceu 6,8% e depois 2,3%, o segundo arranque mais rápido da UE pós-pandemia, mantendo-se previsões de voltar a bater a média europeia em 2025 (1,9% versus 1,3%). O desemprego estabilizou nos 6,4% — quase pleno emprego para padrões históricos. Ainda assim, a narrativa dominante pinta vagas de estrangeiros a “roubar” empregos numa economia onde faltam motoristas, enfermeiros, engenheiros e ladrilheiros. A aritmética é cruel: a geração dos anos 1990 não fez filhos suficientes; aumentar salários por decreto não cria portugueses; e nos sectores transacionaveis ,só há margem para pagar mais se a produtividade subir — ou se aceitarmos margens nulas num mercado global que não pratica caridade. Habitação, educação, saúde: três mercados com falhas gritantes. A construção sofreu um subinvestimento crónico; professores fogem porque o retorno emocional já não paga a hipoteca; hospitais disputam especialistas como clubes de futebol em final de época. Aqui nem laissez-faire puro nem planificação soviética: precisamos de políticas onde o Estado corrija externalidades (zonamento, bolsas de mérito, contratos-programa) sem matar o oxigénio competitivo. Estudos da Comissão e da OCDE mostram um aumento continuado da quota dos maiores players em quase todos os sectores europeus desde 2000, empurrando preços para cima e inovação para baixo. Falta-nos uma política de concorrência que não seja inimiga da escala, mas também não deixe a gritante acumulação de mercado. Problemas multivariados exigem partidos habituados a equações, não a slogans e percepções. A integração europeia — desde a união bancária à partilha de dívida climática — é um quebra-cabeças de vinte e sete peças que não cabe num tweet. O centro-esquerda e o centro-direita, com todas as suas fragilidades, têm mecanismos para dialogar com esta complexidade. Mas o eleitor médio, cansado, corre para a secção dos “auto-ajuda” políticos: soluções detox de sete dias que prometem refundar o país. Portugal cresceu, exportou e pagou a dívida mais depressa que muitos vizinhos, mas decidiu premiar quem oferece atalhos para o desalento. Talvez seja altura de lembrarmos que a história raramente perdoa populistas a prazo; perdoa, isso sim, sociedades que aprendem a ler instruções longas. A maioria aqui gosta de sound bites.

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