Ui a sério atender público, pensei que era vida santa? Vem já aí os anti funcionários públicos dizer que estão a coçar a micose o dia todo.
crabcarl on
Porra, 3/5 dos trabalhadores já foram agredidos? Assumo que haja muita gente lá que não interage com o público, portanto isto significa que quase toda a gente que interage com o público já foi agredida? Nada duvidoso.
Nem vou comentar o „quero sair e não posso“ que é mais „quero sair, mas quando vi as carreiras fora da função pública deixa-me estar quietinho“.
DuuhEazy on
Mais uma fornada de baixas psiquiatricas para o orgão publico nr 5 sff.
LocksmithLucky2679 on
Sinceramente não me surpreende.
Não sou funcionário da AT mas sou casado com uma e vejo como por vezes chega a casa desmoralizada.
Nunca foi agredida fisicamente, mas sei que o foi verbalmente e não consigo conceber que ela e os colegas tenham de suportar isto.
Se me perguntam se há por lá maus funcionários, respondo que sim obvio que os há, como existem noutros serviços e no setor privado (onde eu sempre estive e estou).
O Português queixa-se que paga muitos impostos e depois descarregam naqueles que têm de fazer a máquina fiscal funcionar. Os portugueses não gostam de pensar que sem a coleta de impostos o país não funciona, mas essa é a realidade. Sem coleta de impostos deixa de haver dinheiro para se fazer seja o que for.
Se acham que pagamos muitos impostos, eu também o acho, então pressionem o poder politico e executivo. Procurem soluções que permitam baixar impostos.
Para voltar ao tema das agressões, e isto é a minha opinião, aqueles que mais agridem, ofendem e ameaçam são aqueles que, senhores a sua suposta superioridade ou inimputabilidade, se acham no direito de não reter impostos, de não os pagar ou de achar que têm direitos que só eles conhecem. A Lei é para todos.
Não vou responder a qualquer comentário que possam fazer ao meu, mas se se sentirem tentados a comentar o post do OP, peço-vos que não caiam nos lugares comuns, pensem em quem está do outro lado e dos que dia após dia tem de ouvir todo o tipo de impropérios para no final ainda serem pressionados pelo serviço para se conterem.
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4 Kommentare
Ui a sério atender público, pensei que era vida santa? Vem já aí os anti funcionários públicos dizer que estão a coçar a micose o dia todo.
Porra, 3/5 dos trabalhadores já foram agredidos? Assumo que haja muita gente lá que não interage com o público, portanto isto significa que quase toda a gente que interage com o público já foi agredida? Nada duvidoso.
Nem vou comentar o „quero sair e não posso“ que é mais „quero sair, mas quando vi as carreiras fora da função pública deixa-me estar quietinho“.
Mais uma fornada de baixas psiquiatricas para o orgão publico nr 5 sff.
Sinceramente não me surpreende.
Não sou funcionário da AT mas sou casado com uma e vejo como por vezes chega a casa desmoralizada.
Nunca foi agredida fisicamente, mas sei que o foi verbalmente e não consigo conceber que ela e os colegas tenham de suportar isto.
Se me perguntam se há por lá maus funcionários, respondo que sim obvio que os há, como existem noutros serviços e no setor privado (onde eu sempre estive e estou).
O Português queixa-se que paga muitos impostos e depois descarregam naqueles que têm de fazer a máquina fiscal funcionar. Os portugueses não gostam de pensar que sem a coleta de impostos o país não funciona, mas essa é a realidade. Sem coleta de impostos deixa de haver dinheiro para se fazer seja o que for.
Se acham que pagamos muitos impostos, eu também o acho, então pressionem o poder politico e executivo. Procurem soluções que permitam baixar impostos.
Para voltar ao tema das agressões, e isto é a minha opinião, aqueles que mais agridem, ofendem e ameaçam são aqueles que, senhores a sua suposta superioridade ou inimputabilidade, se acham no direito de não reter impostos, de não os pagar ou de achar que têm direitos que só eles conhecem. A Lei é para todos.
Não vou responder a qualquer comentário que possam fazer ao meu, mas se se sentirem tentados a comentar o post do OP, peço-vos que não caiam nos lugares comuns, pensem em quem está do outro lado e dos que dia após dia tem de ouvir todo o tipo de impropérios para no final ainda serem pressionados pelo serviço para se conterem.