>Ao que a SÁBADO apurou, o animal não possuia documentação e tinha mais de 8 quilos, não cumprindo por isso com os requisitos internacionais. Em caso de violação, empresa podia ser multada.
>A mulher em causa possuía uma ordem judicial para seguir acompanhada pelo cão, alegando que a sua irmã de 12 anos, que não se encontrava no voo, é austista. Estando, no entanto, em causa a „segurança“ dos passageiros que seguiam no mesmo voo, a TAP impediu o animal e a dona de seguirem a bordo. O momento levou a Polícia Federal brasileira a proceder ao cancelamento do voo. „A TAP não cancelou nenhum voo. Foi o delegado da Polícia Federal brasileira que disse que se o cão não embarcasse, o voo não saía“
>Além disso, os critérios gerais para o transporte de animais são claros: o animal de cabine não pode ter mais de 8 quilos – apenas em casos excecionais, como acontece com cães guia. Ora, segundo a SÁBADO apurou, o animal, um labrador, pesava 35 quilos.
>Apesar desta não ser a primeira vez que a passageira tenta embarcar com este cão, a TAP ter-se-á comprometido em assegurar um lugar para o animal no „porão“, mas a tutora terá recusado. “
The plot thickens…
É interessante a vibe dos artigos nos jornais acerca disto, e como certas coisas não são de todos mencionados. Será intencional?
ConfidentMongoose on
Toda a razão está do lado da TAP, se o cliente não gosta… Que viaje noutra companhia aérea.
alongstrangesomethin on
Isto de estranho não tem nada.
O animal, por causa do peso, violava as regras para poder embarcar em cabine. Estas regras servem para acautelar a segurança das pessoas. Nenhuma empresa vai permitir uma aeronave descolar em violação de regras de segurança, com ou sem ordem judicial.
Os animais, por regra, viajam no porão.
O facto do animal ser de apoio emocional não releva, porque a pessoa que apoia nem estava a bordo.
Parece-me que se estás pessoas tentaram isto no passado, com os mesmos resultados, a solução é simples: não vender mais bilhetes a estas pessoas. Que vão tentar isto noutra companhia aérea.
PedroMFLopes on
Só não percebi qd vão ser imputados os custos do cancelamento do voo ( 500k) à embaixada brasileira em Portugal?! Já que foi uma decisão judicial que impediu o mesmo.
Secure-Emergency-832 on
Tanta galinha zuca a gritar com isto… nao sei como as suportam . FDX…
VicenteOlisipo on
Isto não é assunto para múltiplos artigos ffs
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6 Kommentare
>Ao que a SÁBADO apurou, o animal não possuia documentação e tinha mais de 8 quilos, não cumprindo por isso com os requisitos internacionais. Em caso de violação, empresa podia ser multada.
>A mulher em causa possuía uma ordem judicial para seguir acompanhada pelo cão, alegando que a sua irmã de 12 anos, que não se encontrava no voo, é austista. Estando, no entanto, em causa a „segurança“ dos passageiros que seguiam no mesmo voo, a TAP impediu o animal e a dona de seguirem a bordo. O momento levou a Polícia Federal brasileira a proceder ao cancelamento do voo. „A TAP não cancelou nenhum voo. Foi o delegado da Polícia Federal brasileira que disse que se o cão não embarcasse, o voo não saía“
>Além disso, os critérios gerais para o transporte de animais são claros: o animal de cabine não pode ter mais de 8 quilos – apenas em casos excecionais, como acontece com cães guia. Ora, segundo a SÁBADO apurou, o animal, um labrador, pesava 35 quilos.
>Apesar desta não ser a primeira vez que a passageira tenta embarcar com este cão, a TAP ter-se-á comprometido em assegurar um lugar para o animal no „porão“, mas a tutora terá recusado. “
The plot thickens…
É interessante a vibe dos artigos nos jornais acerca disto, e como certas coisas não são de todos mencionados. Será intencional?
Toda a razão está do lado da TAP, se o cliente não gosta… Que viaje noutra companhia aérea.
Isto de estranho não tem nada.
O animal, por causa do peso, violava as regras para poder embarcar em cabine. Estas regras servem para acautelar a segurança das pessoas. Nenhuma empresa vai permitir uma aeronave descolar em violação de regras de segurança, com ou sem ordem judicial.
Os animais, por regra, viajam no porão.
O facto do animal ser de apoio emocional não releva, porque a pessoa que apoia nem estava a bordo.
Parece-me que se estás pessoas tentaram isto no passado, com os mesmos resultados, a solução é simples: não vender mais bilhetes a estas pessoas. Que vão tentar isto noutra companhia aérea.
Só não percebi qd vão ser imputados os custos do cancelamento do voo ( 500k) à embaixada brasileira em Portugal?! Já que foi uma decisão judicial que impediu o mesmo.
Tanta galinha zuca a gritar com isto… nao sei como as suportam . FDX…
Isto não é assunto para múltiplos artigos ffs