Der Titel sagt alles, mit den Nachrichten, die in den letzten Übungen, an die ich mich erinnere, wiederkehrend war. Gibt es Verdienste oder nur, um den Fußabdruck des Staates so weit wie möglich zu verringern?

    CGD erhöht den Jahresgewinn um 34%auf 1.735 Mio. und zahlt die Dividende von 850 Millionen zum Bundesstaat, die im OE2025 höher als erwartet erwartet werden

    Bearbeiten: Wenn ein Liberaler Ihren Beitrag leisten und ihn wirklich erklären kann. Ist es anti-liberal, in einer grauen Zone zu leben, in der wir nationale Unternehmen nutzen, die Cash-Keks sind und dass heute nicht sinnvoll wäre, zu konstruieren, aber alle zu profitieren? Ist das nicht das, was uns der private Markt lehrt?

    Edit2: Ich stimme zu, dass der Staat nicht expansionär sein sollte und den Markt loslassen sollte, außer sozial kritische Bereiche Typ und nationale Souveränitätsthemen (von denen ich denke, dass sie CP und Tap nicht Teil sind). Aber wenn es Unternehmen gibt, die Cashkühler sind, sollten Sie entfremden, warum? Das ist alles.

    Pergunta honesta de quem não percebe muito do assunto: Porquê que a IL quer privatizar a CGD?
    byu/oladeus inportugal



    Von oladeus

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    21 Kommentare

    1. misterbondpt on

      Dá lucro, privatiza.

      Esgana, torna público.

      Aguardo especialistas em negócios que me expliquem como isto não é a lógica mais básica para ganhar rios de dinheiro

    2. É meramente ideológico. Não há razão lógica nenhuma para o fazer. É só o ódio ao estado. Estado = bad, Privados = good.

    3. Wise_Tangerine1138 on

      A IL quer privatizar porque defende que o estado deve prestar apenas os serviços essenciais (e mesmo estes deve garanti-los e nao necessariamente ser o proprio a presta-los).

      Portanto, empresas que concorrem em mercado seriam as primeiras a sair do Estado.

      Quanto a questão de dar lucro, tu ao vender recebes pelo que a empresa vale pelo que antecipas parte desses lucros futuros. E nao esquecer que a CGD foi recapitalizada pelo Estado ha uns 10 anos e creio que so ha 1 ou 2 é que devolveu tudo o que o Estado la meteu.

      (Eu nao defendo a privatizacao da CGD)

    4. Duas razões:

      Ideológica: Para alguns, o estado deve ser reduzido apenas às funções de proteção da propriedade das pessoas (estou só a exagerar um bocadinho) e deve ser impedido de participar em atividades económicas fora disto.

      Económica: Obviamente é uma maneira de obter dinheiro para financiar coisas como a redução de impostos. Para além disso a existência de um banco público de dimensão significativa impede os bancos privados de cooperarem entre si para fazer impunemente acções como impor novas taxas ou aumentar sem limite comissões. A existencia de um banco como a CGD que não pode ser vista a fazer isso às claras (embora também não se importasse de o fazer) ou pode ser impedida pelo estado de o fazer impede os competidores privados de o fazer.

    5. Ideológico. Para um liberal social (que é o que a IL na realidade é, apesar de fugirem da designação por razões óbvias) o estado deve, tendencialmente, garantir segurança e apenas acesso a saúde, justiça e educação. O resto resolve o mercado.

    6. Resposta de quem honestamente lê um pouco mas não é expert: em última análise, retira ao Estado qualquer poder sobre a banca privada caso a coisa corra mal nos actuais termos em que a CGD actua (banco público, pressupostos privados), e passe a actuar como um banco público puro em caso de necessidade (taxas de juro mais baixas a empréstimos para investimento, ausência de comissões, crédito à habitação mais acessível, et al), o que derreteria a banca privada (baixar imensamente o seu lucro, a usura).

      Ainda, se a coisa correr mal com o Euro, o BP será novamente o gestor da política monetária, e não existindo um banco público, a distribuição da moeda será feita unicamente por bancos privados… a partir daqui, usem a imaginação nas consequências, quer-se dizer, não usem, olhem para o BCE a emprestar dinheiro à banca privada a 1% e esta a cobrar 4, 5% ou mais quando este dinheiro tem ser posto em circulação.

    7. Pq a IL quer privatizar tudo, incluindo o presidente. Assim os ricos prosperam e o pobres desesperam. Mas como eles não se dão com a plebe (a não ser nos 15 dias de sacrifício antes das eleições), não há problema. Que desesperem e morram, mas longe do jardim deles.
      Os seus filhos vão para as privadas, qdo estão doentes vão aos privados, nunca andam de transportes públicos, nem almoçam diárias.. O que oa chateia mesmo é ter de pagar impostos para quem o faz.

    8. Cegeira ideológica e possivelmente ganhos pessoais com isso.

      Nada justifica vender um bem essencial aos portugueses que dá lucro.

      Tal como os CTT que davam lucro e depois de privatizados pioraram o serviço, aumemtaram preços e diminuíram as condições laborais. Mas deu muitos dividendos aos novos acionistas que descapitalizaram os CTT.

    9. A ideologia do liberalismo é ter um estado reduzido ao mínimo. Isso implica privatizar quase todos os serviços porque acreditam que o mercado privado funciona muito melhor que qualquer gestão pública.

       

      Isso é obviamente comprovado pela excelente gestão do BES e da PT por Salgado e Zeinal Bava, entre outros casos de excelência na gestão.

       

      Deixo à tua criatividade quem é que beneficia de privatizar tudo o que mexe, mesmo empresas estatais estáveis e lucrativas.

    10. Nice-Bet-6886 on

      Segundo o Rui Rocha, o Cotrim entre outros, e eu concordo com eles, é „porque o Estado não está no negócio de ter Bancos“. Os prejuízos devem ser privados, tal como os lucros.

      Se eu quisesse ser sócio da CGD, era acionista… 

      Assim, não tenho direito á valorização de capital ou a dividendos, mas pago o resgate da banca, como contribuinte. 

      E o preçário da CGD, é igual ou pior do que o de outros bancos do mercado. A título de exemplo, um cliente se perde o pin do cartão, depois se quiser consultar essa informação online, cobram 4€ e tal de comissão. 

      Nunca paguei por isso, em qualquer outro Banco. 

    11. Disappointing__Salad on

      Estas são as razões e são baseadas em princípios económicos, a maior parte dos comentários que estão a receber upvotes não sabem do que estão a falar, mas claro que isso não os impedem de ser internet experts. Isto é baseado em pesquisa económica com muitas décadas de estudos a provar tudo isto, com muitos case studies, como exemplos. 

      O princípio/tese é que o estado não deve participar directamente no mercado a competir com outras empresas privadas. 

      O estado deve intervir como um arbitro no mercado. Garantido que o mercado está a funcionar bem, que há competição e que é justa, que nenhuma empresa está a abusar do seu poder de mercado para eliminar concorrentes or distorcer o mercado.

      O estado ser dono de empresas também traz risco, risco para o país, risco para toda a gente que paga impostos muito maior se a empresa falhar. 

      Também aumenta corrupção e reduz eficiência do mercado porque obviamente que quem gere empresas públicas tem de se dar bem com os partidos, com quem for primeiro ministro, membros dos partidos acabam com cargos nessas empresas, etc. E gerir essas relações passa a ser parte das funções do CEO e torna-se num conflito de interesses, em vez de se focar na gestão da sua empresa e competir com empresas privadas. 

      Cria também competição injusta, porque a empresa cujo dono é o estado tem um recurso que as outras não têm, então pode ser mal gerida porque tem sempre o recurso de ir pedir uma injeção de dinheiro ao seu acionista (quem paga impostos), ou quando precisa de pedir dinheiro emprestado no mercado recebe melhores condições do que receberia se não tivesse os cofres do estado como garantia. Algo que os concorrentes não têm. 

      Isto também leva a menos pressão sobre a empresa para inovar ou baixar preços. E reduz transparência. Empresas que estão listadas em bolsa recebem muito mais escrutínio do mercado, dos acionistas, dos auditores do que as empresas do estado. 

      Para além disso haver no mercado um enorme concorrente cujo dono é o estado também cria menos incentivos e mais barreiras para entrar competição no mercado que poderia ser inovadora ou oferecer melhores preços.

      Por pontos:

      – Falta de eficiência

      – Interferência política

      – Distorção do mercado

      – Fraca governação e falta de responsabilização

      – Redução da inovação 

      – Riscos fiscais

      Há setores em que o estado intervir de forma muito mais directa faz sentido, pelos menos parcialmente e em certos casos completamente (segurança, saúde, educação, caminhos de ferro), mas mesmo em algumas destas áreas há modelos híbridos com empresas privadas a competirem para terem o estado como cliente e manterem as suas licenças. 

      Por exemplo em alguns países nórdicos o estado não é dono dos hospitais, nem os manda construir, isto significa que o estado não teve de aumentar a dívida para construir um novo centro hospital. As empresas privadas concorrem com propostas para receberem uma licença de gestão de um hospital que tenha o estado como cliente (que receba dinheiro do sistema de saúde público) e essa empresa privada continua a gerir e a ter o risco de manter o hospital e manter o estado como cliente garantido mas só se essa empresa cumprir as metas que acorda com o governo. O estado estipula essas metas (listas de espera de uma certa especialidade não pode superes um certo número de dias, etc, há muitos exemplos de goals que não podem ser quebrados) e negoceia os preços para não serem superiores a um certo limite. E como esses empresas estão a negociar com o estado as empresas não têm poder na negociação para aumentar imenso os preços (esta é a principal razão de fármacos terem preços muito mais baixos na Europa, porque as farmacêuticas negoceiam directamente com o estado e se não oferecerem um bom preço perdem o serviço nacional de saúde como cliente, e obviamente ninguém quer perder um cliente tão grande). Se houver má gestão ou a empresa for à falência ou um certo hospital já não cumprir condições para ter o estado como cliente, há outra empresa privada que o fará, logo o risco não é do estado (das pessoas que pagam impostos).

    12. Porque há que alimentar a falácia de que o Estado não sabe gerir e o sacrossanto mercado é que sabe. Já vimos este filme com a Portugal Telecom, a Petrogal e a EDP. A PT, que era uma das empresas mais inovadoras do pais arrasta-se com o Drahi, sem se perceber para onde vai. A Galp é um manancial para a Amorim Energia e a EDP/REN estão no Estado errado (o da Three Gorges/State Grid/China). Claro que podemos falar da TAP e da CP como exemplos de má gestão, mas na realidade são as excepções. A CGD é extremamente apetecível porque é rentável. E alguém acha que em caso de outro 2008/2011 não voltariamos a ter de pagar a recuperação?

      Ah, e Caixa Económica Faialense, BPN, BANIF, Montepio, BES. Como é excelente a gestão de bancos em Portugal.

    13. A ideia é a volta de, o estado só deve intervir em setores em que há risco de haver monopólio.

      Olha a CP, é uma empresa que dá sempre prejuízo, aos anos, mas continua cá porque é pública e andamos nós, enquanto estado a pagá-la. Uma empresa que queira prestar um serviço concorrente à CP nunca estará no mesmo pé porque para a CP o risco é praticamente nulo porque o que quer faça tem o estado por trás.

      Já a infraestruturas de Portugal que é quem possui todas as linhas e estações de comboio ser privatizada daria muito poder a uma empresa privada uma vez que é essencial para todo e qualquer transporte ferroviário, logo não seria privatizada.

      A questão não é se dá lucro ou não e se lucro é bom ou não. A TAP também consegue dar lucro depois de lá investirmos não sei quantos milhões.

    14. roachmilkfarmer on

      Nem quero defender a posição, quero só queixar-me destes devaneios nos comentários de que a CGD de algum modo serve para disciplinar o setor.

      Este é o banco que recebeu mais apoios, para acabar por não se demarcar na qualidade ou no custo do serviço dos outros bancos e que se tem metido ao longo dos anos em todos os escândalos, inclusive na recente descoberta de concerto de preços com outros bancos.

    15. cpthaddockandtintin on

      Penso que a lógica da Iniciativa Liberal nesta proposta de privatização da CGD, prende-se com duas ideias:

      1) Estado que se deve focado nas suas funções essenciais — como a saúde, educação, justiça e segurança — não faz sentido manter um banco público num mercado altamente concorrencial como o financeiro.

      2) O facto de a CGD dar lucro neste momento não muda o princípio: o Estado não deve ser banqueiro. no passado vimos como a má gestão política custou milhares de milhões aos contribuintes. Além disso, a presença do Estado distorce a concorrência [questões relacionadas com Moral Hazard, ie, por ser público o banco pode tomar decisões mais agressivas/menos cautelosas, porque no limite as perdas serão absorvidas pelos contribuintes e não por acionistas] e alimenta redes de influência política dentro de uma área que deveria ser regulada, mas não controlada.

      Pessoalmente acho que a CGD têm sido muito bem gerida nestes últimos anos, e não tenho uma posição ainda completamente firmada sobre este assunto, mas penso que a visão seja muito via destes dois pontos, essencialmente.

    16. diseasefaktory on

      Porque além de fazer concorrência, tem uma grande carteira de clientes e dá lucro, o que deixa os privados a salivar.

    17. 1 – A CGD dá lucros hoje, mas poderá dar prejuízos no futuro, como ja deu anteriormente e claro, que foram os contribuintes Portugueses a meter dinheiro na CGD quando esta deu prejuizos.
      É preferível privatizar a CGD agora que dá lucro, e o Estado tem um valor de venda maior, do que no futuro, quando der prejuizo e o Estado querer livrar-se dela por meia duzia de trocos.

      2 – O Estado não tem nada que se meter no mercado que funciona perfeitamente sem ele. O Estado serve para regular e ser arbitro

    18. A edp foi privatizada e quem se fodeu somos nos que todos os meses temos faturas caríssimas pra  pagar

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