Entgegen der Volksgedeiter ist die D’Hondt -Methode (derzeit bei der Verteilung von Abgeordneten durch Wahlkreise und dann in der Zuordnung von Mandaten in jedem) ein kleines Problem in unserem Wahlsystem.

    Die Hauptursache für die Unverhältnismäßigkeit zwischen den von den Parteien gewonnenen Abstimmungsprozentsätzen und ihren Prozentsätzen der Abgeordneten sind die Wahlkreise (Es gibt 22 in Portugal).

    Verwenden der Provisorische Ergebnisse von Wahlen in nationales Gebiet (das 226 Abgeordnete wählt; Die verbleibenden 4 sind von Auswanderung), hier ist das Parlament, wenn das gesamte nationale Territorium nur ein Kreis war und Beibehalten der D’Hondt -Methode

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    Von user4567822

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    9 Kommentare

    1. user4567822 on

      O Juntos pelo Povo (JPP) é o primeiro partido pequeno em Portugal que é beneficiado pela atual dinâmica dos círculos eleitorais. Se existisse apenas um círculo no território nacional, ele não conseguiria entrar.

      É também o primeiro partido a entrar no Parlamento fora do círculo de Lisboa.

    2. ummadeirense on

      A existência de um único círculo eleitoral iria retirar representação do território português como um todo. Voltaríamos a ter um país, com uma base representativa baseada em (e por) Lisboa. Os círculos (bem ou mau) tentam representar aqueles que estão fora deste círculo central, que é Lisboa.

      Talvez a solução para os tais votos não representativos (que julgo que seja aquilo que propões aqui), devessem estar num círculo de compensação, tal como aconteceu nos Açores.

    3. Superhamster205 on

      Ainda bem que não temos círculo único então deputados do ADN era horrível

    4. user4567822 on

      É também interessante ver que, como diminuiu imenso o número de votos, o PS quase que já não beneficia do atual sistema de círculos eleitorais. Só tem mais 3 deputados do que o „justo“.

      E com um círculo único nacional, o CHEGA já não teria mais deputados que o PS (já que tem menos votos)!

    5. Falta no post original uma ideia clara sobre o que pretendes demonstrar ou propor. Focas-te em mostrar os “efeitos” dos círculos eleitorais, mas não explicas o que seria efetivamente melhor, nem consideras os impactos de uma eventual mudança.

      A ideia de transformar o país num único círculo nacional favoreceria partidos com voto urbano concentrado, e penalizaria partidos com implantação mais dispersa.

      É legítimo discutir se o sistema atual deve ser reformado, mas convém que o debate seja transparente: mudar a estrutura eleitoral não é só uma questão técnica. É uma escolha política com consequências reais para a representação territorial e para o equilíbrio de forças no Parlamento.

    6. O que é preciso é um mecanismo de eliminação de partidos com baixa representatividade como o que acontece na França e Alemanha por exemplo.

    7. KurisuKullervo on

      Agora convençam lá a maioria do hemiciclo a alterar as regras que os favorecem. Isso….

    8. E na verdade a identificação dos deputados com os círculos distritais é nula. Só me lembro do negócio do queijo limiano e qualquer coisa da madeira.

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