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    6 Kommentare

    1. KokishinNeko on

      FYI, Tópico originalmente submetido pelo /u/Ok-Memory6664 mas que não cumpria com as nossas regras, ao fim de 7h sem resposta, decidir submeter para que haja debate sobre o tema.

    2. parece-me uma leitura do assunto sem muito sentido. Haverá certamente exportações associadas, mas a grande parte ficará cá. O ponto é até que ponto se vai medir aquilo que é nacional ou não é. O exemplo dos aviões é, para mim, descabido. No fundo o que o artigo defende é que deveríamos ter produção de mais coisas. Os turistas usam as estradas e não fabricamos máquinas de alcatroar.

    3. O q o autor refere n é mentira. No entanto, ele dá o exemplo de um extremo – q até deve ser a gd fatia dessa „importação“ – ms se se der o exemplo oposto: turistas q cheguem na tap, se hospedem em hotel nacional, almoçem em rest tradicional e bebam uma bica e uma imperial num tasco autêntico, visitem monumentos e museus, já equilibra essas contas de marceneiro.

      Ah, e paguem a taxa turística, ehehehehe

    4. o autor não faz sentido nenhum com a sua peça e demonstra não ter um mínimo de conhecimento sobre as cadeias de valor assim como revela uma fraqueza de bom senso monumental… mas tem direito à sua corneta

    5. Main-Log8218 on

      O que o colunista escreve é uma evidência para qualquer pessoa que não tenha rendimentos ligados ao turismo.

      Acrescente-se que os senhores do turismo não estão nada preocupados com o facto de 70% dos universitários do burgo quererem emigrar mal acabem o curso. A eles pouco lhes dá, metem no lugar destes mais uns emigrantes escravizados a ganhar salário mínimo e siga para bingo.

      Só quem é cego é que não vê o que é que isto vai dar em pouco tempo (e eu vou adorar quando começarem os autos de fé aos patrões do turismo e seus capangas e associações)

    6. Que artigo de treta! Limita-se a espalhar propaganda e nem faz esforço para a esconder.

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