Schließlich scheint es ein Verbrechen aus Leidenschaft eines Ex-Freundes zu sein und nicht irgendein Auswanderer.

https://sicnoticias.pt/pais/2026-01-23-video-mulher-atacada-com-acido-no-concelho-de-valongo-027c93f8

Von DelScipio

12 Kommentare

  1. A propaganda já fez o seu papel. Se é português ou não já não interessa. A malta já viu nos grupos de WhatsApp e Facebook e já ficou registado como imigrante ataca mulheres e anda à solta.

  2. Outrageous_Skill_118 on

    Isto é o M.O. em crimes passionais, vinganças e ajustes de contas em Londres.

    Um engenheiro, médico e astrofísico dificilmente se lembra de atirar ácido para a cara duma pessoa para a desfigurar para a vida toda.

  3. --____________- on

    Eu não quero ser nenhum esquerdomacho mas enquanto não punirmos a sério estes agressores, a visão sobre nós homens sermos todos iguais e todos um perigo nunca irá mudar

    Uma agressão onde exista ou tenha existido uma relação amorosa tem que ser punida com 25 anos de prisão efetiva sem possibilidade de sair mais cedo e precisamos de uma base de dados publica onde se possa consultar esta informação (tanto sobre homens agressores como mulheres agressoras).

  4. Entristece-me ver que o foco do debate sobre estas notícias é sempre em torno da nacionalidade ou etnia do criminoso e não sobre o facto de a vítima ser quase sempre uma mulher. Estamos a falhar tanto como sociedade…

  5. ReadingGhoul on

    Foi literalmente o que eu disse quando isto foi publicado e estava tudo a falar como se nunca tivesse acontecido antes, ja aconteceu varias vezes no passado e foram sempre ex-namorados. A malta fala como se portugueses não cometessem crimes, somos todos humanos, todos temos capacidade de fazer merda e este pessoal age e fala como se isso fosse mentira.

  6. utilizador2021 on

    Depois desta e do falso ataque com armas numa escola na Margem Sul, quero ver os do costume a pedir desculpa por espelhar mentiras e discurso de ódio.

  7. Infelizmente este tipo de crime passional com ácido não é inédito por cá. Há uns anos atrás (alguns) até parecia „moda“ pela frequência com que era notícia.

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